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CORO
DA HUMANITÁRIA.

Fundada em 1987 o grupo coral da SFH mantém a sua atividade regular com participações Nacionais e Internacionáis.

CANTO QUE
ENCANTA
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O Coro da SFH foi criado em condições de efectividade em 1987, sob a direcção do maestro Jacinto Montezo.

 

Contando com uma actividade contínua e rica em acontecimentos culturais, realizou inúmeras atuações por todo o país e também em Espanha, actuando com o acompanhamento da Banda de Música, pequenos agrupamentos musicais ou à capela.


Do seu historial, destaca-se a sua presença em: Concerto na igreja de St ª. Marta do Loreto de Aduanas del Mar em Xábia (Alicante), em 1992, localidade onde regressou no ano seguinte; a participação na Festa Mayor a convite do Coral Montau em Begues (Barcelona) em 1994; as actuações na EXPO 98, nos concertos de abertura e encerramento da mesma e deslocação a Xábia de 21 a 25 de Junho de 2000, no âmbito das “Festas de Sant Joan”.


Em Portugal participou em diversos encontros corais, actividades promovidas por Câmaras Municipais e outros Festivais de Música. O coro foi dirigido pelo maestro João Camacho entre 2006 e 2012.


O Coro da SFH passa actualmente por uma fase de renovação e de captação de novas vozes, sendo alguns elementos oriundos da Escola de Música da Sociedade Filarmónica Humanitária e do seu Conservatório Regional de Palmela.


Entre 2012 e 2018 o Coro da SFH foi dirigido pela maestrina titular Gisela Sequeira, que trouxe uma nova vida ao Coro, à forma como este se apresentava e ao repertório em execução, trabalhando igualmente a postura e atitude em palco, o Coro levou a palco grandes concertos com repertório da música popular, clássica, ópera, entre outros.


Desde finais de 2018 o Coro está sob a direcção do Maestro Fernando Fontes.

BIOGRAFIA
DO NOSSO
MAESTRO
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FERNANDO FONTES

Iniciou os estudos musicais com Delfina Figueiredo. No Conservatório Nacional estudou com Olga Prats e Constança Capdeville. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian na Holanda, tendo como disciplinas principais o piano (Alexander Hrisanide), a música de câmara e a direccão de orquestra (Joop van Zon).


Em 1981 obteve o 1º Prémio do Concurso Fernando Lopes-Graça para Piano  e, em 1999, o 1º Prémio de Direção de Orquestra/Talentinum Musicum  da cidade de Zlín,  República Checa. Entre 1990 e 2008 foi Maestro Assistente e Correpetidor do Teatro Nacional de S. Carlos, trabalhando ao lado de maestros como Michael Zilm, Will Humburg, Wolfgang Rennert, Donato Renzetti, Giuliano Carela, Maurício Bennini, Jonathan Webb, Martin André e Zoltán Peskó, entre outros. Foi maestro convidado da Orquestra do Algarve e da Orquestra Clássica da Madeira. Dirigiu ainda a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Amsterdam Promenade Orkest, a Filharmonie Boruslav Martinú e o Collegium Antonín DvoráK.


No Centro Cultural de Belém dirigiu a Missa Criôla e outras obras de Ariel Ramirez a convite do compositor. Dirigiu as produções “The Telephone” de Gian Carlo Menotti e "Der Schauspieldirector" de W. A. Mozart, encomendas da Expo 98 à Opera Nova. No Teatro da Trindade dirigiu as óperas "The Man Who Mistake His Wife for a Hat" de Michael Nyman (produção que contou com a presença do compositor) e “Bodas de Figaro”, de W.A. Mozart, ambas produzidas por aquele teatro.

Dirigiu também "Cosi fan Tutte", do mesmo compositor, e O Morcego de J. Strauss no Teatro da Cidade de Opava, na República Checa. Foi Maestro Titular do Coro do Circulo Portuense de Ópera. Dirigiu ainda, no Teatro Aberto em Lisboa, Sweeny Todd de Stephen Sondheim (em parceria com o maestro João Paulo Santos) e, no Teatro Municipal de Almada, o Stabat Mater de G. Pergolesi, a ópera O Doido e a Morte de Alexandre Delgado, e A Mãe de Bertold Bretch - com música de Hanns Eisler, tendo o seu trabalho sido reconhecido pela crítica como fundamental para o sucesso da produção (que foi nomeada para os Globos de Ouro).

 
É mestre em Artes Musicais e doutor em Ciências Musicais, pela Universidade Nova de Lisboa. Lecciona na Escola Superior de Música de Lisboa desde 1990 como professor de  Música de Câmara.